Filmes

Her

her-at-the-beach Pra ler, tem que dar play nessa música: Eu gosto de olhar o filmow e ver os filmes que vão estrear ao longo do ano, e em 2013 me deparei com o novo filme do Spike Jonze, que se chamava HER. Me apaixonei pelo trailer, pela história e queria muito assistir, principalmente porque tinha me apaixonado por Onde vivem os monstros. Então assisti no fim de semana. Fica aí a sinopse, que tou com preguiça de escrever (eu gosto de falar como me sinto quando vejo os filmes hahah, bem idiota, né? Não sou boa em escrever reviews anyway): “Em um futuro próximo na cidade de Los Angeles. Theodore Twombly (Joaquin Phoenix) é um homem complexo e emotivo que trabalha escrevendo cartas pessoais e tocantes para outras pessoas. Com o coração partido após o final de um relacionamento, ele começa a ficar intrigado com um novo e avançado sistema operacional que promete ser uma entidade intuitiva e única. Ao iniciá-lo, ele tem o prazer de conhecer “Samantha”, uma voz feminina perspicaz, sensível e surpreendentemente engraçada. A medida em que as necessidades dela aumentam junto com as dele, a amizade dos dois se aprofunda em um eventual amor um pelo outro.” Chorei nesse filme. Chorei por mim, chorei por nós, pela humanidade, do quão real pode parecer esse filme num futuro muito breve, e como já estamos assim, não prestando mais atenção nas pessoas ao nosso redor, porque ficamos muito preocupados pensando no que outras pessoas estão postando nas redes sociais. Conversar cara a cara já não parece tão interessante do que conversar com os outros que estão online. E eu me senti mal, principalmente porque eu me envolvo demais quando assisto aos filmes, então fiquei me imaginando na pele do Theodore, e me senti extremamente solitária, me apaixonando por um sistema operacional, mas não podendo tocar, sentir, abraçar este ser. Eu confesso que saí desse filme muito deprimida, hahaha, sério. Eu fiquei melancólica e me sentindo sozinha no mundo, (carente, vamos dizer)…em ter que voltar pra casa e não ter ninguém pra dormir de conchinha comigo, e olha que nem curto muito isso, hahaha. Depois me senti idiota. Gosto de como no filme ninguém se choca quando o Theodore fala que namora um sistema operacional, como se isso fosse uma coisa normal. Acho engraçado o jeito como ele faz sexo virtual num bate papo, mas não é tão moderno, porque é como se vc fizesse sexo pelo telefone com um desconhecido. E o que mais gostei, pelo pouquissimo filme que vi do Spike Jonze, é como nos seus filmes tem traços delicados, não sei exatamente como colocar isso, parece aquela caixinha de música, que vc deixa tocar e quer ver a bailarina dançar. E Karen O na trilha sonora, desabei. Uma coisa é certa, esse filme me tocou de um jeito estranho, de não desejar nunca ser solitária, que era o que eu me sentia enquanto via o Theodore.

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